Resiliência dos sistemas de saúde

Construir hoje os sistemas capazes de cuidar do amanhã

O crescimento das doenças crônicas, o envelhecimento da população e os impactos das crises ambientais estão pressionando os sistemas de saúde em todo o mundo.

O resultado é um cuidado cada vez mais fragmentado, reativo e dependente de atendimentos de urgência e hospitalares.

Assim, milhões de pessoas ainda não têm acesso a diagnóstico e tratamento oportunos e, como consequência, muitos sistemas seguem pouco preparados para enfrentar crises futuras.

Mapa-múndi com o Brasil em destaque

Nossa ambição até 2030 é adotar ações ousadas para fortalecer os sistemas de saúde e garantir que medicamentos inovadores cheguem a quem realmente precisa.

Como a AstraZeneca contribui?

Para atender às necessidades atuais e futuras, atuamos na construção de sistemas de saúde mais resilientes e sustentáveis em duas frentes.

Ícone de parcerias público-privadas

Mudança de políticas públicas

Defendemos transformações baseadas em evidências, por meio de parcerias público-privadas que mobilizam conhecimento, recursos e diferentes setores da sociedade.

Ícone de tecnologias inovadoras na saúde

Mudança na prática assistencial

Trabalhamos ao lado de profissionais e organizações de saúde, utilizando tecnologias inovadoras para atuar de forma mais precoce na prevenção, detecção e diagnóstico.

PHSSR: colaboração que gera impacto

A Parceria para Sustentabilidade e Resiliência dos Sistemas de Saúde (PHSSR) é um exemplo de colaboração na prática.

Estabelecida pela AstraZeneca em conjunto com a London School of Economics (LSE) e o Fórum Econômico Mundial (WEF), a PHSSR é uma iniciativa colaborativa global, multissetorial e sem fins lucrativos voltada à promoção de políticas públicas baseadas em evidências para fortalecer os sistemas de saúde.

Presente em + de 30 países
com mais de 30 relatórios publicados.

PHSSR no Brasil

Em 2023, a iniciativa global lançou no Brasil o relatório "Parceria para Sustentabilidade e Resiliência do Sistema de Saúde", liderado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O estudo analisou o desempenho do SUS durante e após a pandemia de Covid-19, identificando forças, fragilidades e prioridades para o fortalecimento do sistema, e apresentou mais de 40 recomendações de políticas públicas organizadas em sete domínios-chave:

Governança

Trata da direção e da elaboração de regras para alcançar objetivos em políticas públicas. Entre as recomendações, destaca-se a regionalização dos serviços.

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Financiamento

Explica como os recursos do sistema de saúde são gerados, acumulados e distribuídos. A proposta é o aumento progressivo do investimento no SUS, de 4% para 6% do PIB em 10 anos, aumentando sua eficiência.

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Força de trabalho

Avalia o planejamento, a formação, a contratação e a alocação de profissionais de saúde. Entre os caminhos de melhoria estão os planos de carreira no SUS e o fortalecimento do provimento médico em áreas prioritárias.

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Medicamentos e tecnologia

Enfatiza o papel da inovação, do desenvolvimento e do acesso a medicamentos, equipamentos e tecnologias. Fomentar pesquisa e desenvolvimento locais é uma das recomendações centrais.

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Prestação de serviços

Destaca como os atendimentos em saúde são organizados e entregues, dos cuidados ambulatoriais e hospitalares à saúde pública. Priorizar a atenção primária é um dos pontos-chave para maior eficiência.

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Saúde da população e determinantes sociais

Analisa como o sistema enfrenta os determinantes que impactam a saúde. Entre as iniciativas, estão políticas públicas intersetoriais e o fortalecimento da vigilância e do monitoramento no SUS.

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Sustentabilidade ambiental

Relaciona a redução da pegada de carbono dos serviços de saúde aos impactos das mudanças climáticas. Conclui que a participação do setor nas pautas ambientais contribui para um SUS mais resiliente.

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Tributação para fortalecer o orçamento da saúde

Como desdobramento do estudo de 2023, em 2025 a FGV Saúde lançou um novo estudo, financiado pela AstraZeneca, que propõe aumentar os impostos sobre produtos derivados do tabaco.

A arrecadação adicional pode ser direcionada para:

  • Prevenção e combate ao tabagismo e nicotinismo;
  • Fiscalização de cigarros eletrônicos;
  • Ampliação do acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer de pulmão

O relatório conta com mais 45 recomendações para implementação.

Acesse o estudo completo

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BR-48353 | Fevereiro/2026