Mudança de políticas públicas
Defendemos transformações baseadas em evidências, por meio de parcerias público-privadas que mobilizam conhecimento, recursos e diferentes setores da sociedade.
O crescimento das doenças crônicas, o envelhecimento da população e os
impactos das crises ambientais estão pressionando os sistemas de saúde
em todo o mundo.
O resultado é um cuidado cada vez mais fragmentado, reativo e dependente
de atendimentos de urgência e hospitalares.
Assim, milhões de pessoas ainda não têm acesso a diagnóstico e tratamento
oportunos e, como consequência, muitos sistemas seguem pouco preparados
para enfrentar crises futuras.
Construir hoje os sistemas capazes de cuidar do amanhã
Nossa ambição até 2030 é adotar ações ousadas para fortalecer os sistemas de saúde
e garantir que medicamentos inovadores cheguem a quem realmente precisa.
Para atender às necessidades atuais e futuras, atuamos na construção
de sistemas de saúde mais resilientes e sustentáveis em duas frentes.
Defendemos transformações baseadas em evidências, por meio de parcerias público-privadas
que mobilizam conhecimento, recursos e diferentes setores da sociedade.
Trabalhamos ao lado de profissionais e organizações de saúde, utilizando tecnologias
inovadoras para atuar de forma mais precoce na prevenção, detecção e diagnóstico.
Como a AstraZeneca contribui?
Mudança de políticas públicas
Mudança na prática assistencial
A Parceria para Sustentabilidade e Resiliência dos Sistemas de Saúde
(PHSSR) é um exemplo de colaboração na prática.
Estabelecida pela AstraZeneca em conjunto com a London School of
Economics (LSE) e o Fórum Econômico Mundial (WEF), a PHSSR é uma
iniciativa colaborativa global, multissetorial e sem fins lucrativos
voltada à promoção de políticas públicas baseadas em evidências para
fortalecer os sistemas de saúde.
PHSSR: colaboração que gera impacto
Em 2023, a iniciativa global lançou no Brasil o relatório
"Parceria para Sustentabilidade e Resiliência do Sistema de Saúde",
liderado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Trata da direção e da elaboração de regras para alcançar objetivos em políticas públicas.
Entre as recomendações, destaca-se a regionalização dos serviços.
Explica como os recursos do sistema de saúde são gerados, acumulados e distribuídos.
A proposta é o aumento progressivo do investimento no SUS, de 4% para 6% do PIB em
10 anos, aumentando sua eficiência.
Avalia o planejamento, a formação, a contratação e a alocação de profissionais de saúde.
Entre os caminhos de melhoria estão os planos de carreira no SUS e o fortalecimento
do provimento médico em áreas prioritárias.
Enfatiza o papel da inovação, do desenvolvimento e do acesso a medicamentos,
equipamentos e tecnologias. Fomentar pesquisa e desenvolvimento locais é uma
das recomendações centrais.
Destaca como os atendimentos em saúde são organizados e entregues, dos cuidados
ambulatoriais e hospitalares à saúde pública. Priorizar a atenção primária é um
dos pontos-chave para maior eficiência.
Analisa como o sistema enfrenta os determinantes que impactam a saúde. Entre as
iniciativas, estão políticas públicas intersetoriais e o fortalecimento da
vigilância e do monitoramento no SUS.
Relaciona a redução da pegada de carbono dos serviços de saúde aos impactos das
mudanças climáticas. Conclui que a participação do setor nas pautas ambientais
contribui para um SUS mais resiliente.
PHSSR no Brasil
O estudo analisou o desempenho do SUS durante e após
a pandemia de Covid-19,
identificando forças, fragilidades e prioridades para o fortalecimento
do sistema, e apresentou
mais de 40 recomendações de políticas públicas
organizadas em sete domínios-chave:
Como desdobramento do estudo de 2023, em 2025 a FGV Saúde lançou
um novo estudo, financiado pela AstraZeneca, que propõe aumentar
os impostos sobre produtos derivados do tabaco.
A arrecadação adicional pode ser direcionada para:
O relatório conta com mais
45 recomendações
para implementação.
Tributação para fortalecer o orçamento da saúde
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BR-48353 | Fevereiro/2026